Andanças d'um BM mal amanhado.

E o Rei BM, alegre, satisfeito, inteligentemente abre a boca e conta uma história que aconteceu de verdade. LEIA : Era meia noite, o sol brilhava no horizonte! As tartarugas, voando, pousavam de galho em galho pelas matas do oceano atlântico! Eu andava. E nessas andanças eu ví um homem morto, nú, totalmente despido e trazia no bolso um bilhete que dizia ter sido morto da morte matada. Pelo sotaque da voz, era japonês. No verso mencionava que seria melhor morrer do que perder a vida! Mais à frente verifiquei que um velho careca, tomado por uma vasta cabeleira, ainda cego e perneta se arrepiava num calor infernal, apoiado em sua bengala, ao ler um parágrafo do pergaminho que os três profetas da bíblia seriam 4: Moisés e Elias. Diante de tudo isso, resolvi voltar de pressa vagarosamente para casa. Cheguei pela porta da frente que ficava nos fundos. No quarto deitei meu paletó na cama e me pendurei no cabide. Passei a noite em claro já que me esqueci de apagar as luzes. Mesmo assim ainda sonhei: sonhei que estava acordado e quando acordei pra ver, estava dormindo! Puxa!! Fiquei muito zangado com isso!! Então me levantei e fui ao banheiro onde resolvi almoçar logo. Sentí um gosto horrível na boca, havia comido o guardanapo e limpado a boca com o bife! Arghh! Pela parede ainda ouvi o mudo dizer que o cego viu um aleijado correr por ter discutido com seu compadre surdo! Depois dessas, tchau pra vocês. Vimmmmmmm...!!!

domingo, 25 de novembro de 2012

LIMPANDO O RABO DO BEZERRO


Essa semana ouvi de uma vizinha do Rei BM uma história que me deixou comovido. O Rei BM ganhou de um cunhado, um bezerro já quase novilho e resolveu criar o animal dentro de casa. Leite na mamadeira, passeio pelas ruas, banho de manhã e de tarde, carinhos e afagos a todo instante não faltam ao pequeno bebê. É tanto os cuidados para com o mamote que o bicho ao fazer cocô na área de entrada da casa do criador, o mesmo não demorou: pegou pano, escova e balde de água para lavar o piso. Até aí tudo bem, tudo bonito não fosse um detalhe que chamou a atenção aos que passavam na porta naquele momento. Após limpar o chão e deixar tudo cheiroso, Rei BM logo após, levantou o rabo do novilho e com um pano úmido limpou as partes íntimas do bovino aplicando, também, além do sabonete e amaciante, um talquinho perfumado, até cheirou o local para verificar se o trabalho estava bem feito.

domingo, 10 de julho de 2011

POEMA: AS PROEZAS DO BM - UM RESUMO. (Autoria: Amilton Moreira)

Meu caro amigo leitor,
Que lê e porem não treme,
Vou lhe contar uma história,
Não é dança e nem merengue,
Vamos falar de um guarda,
Nas proezas do BM.

Esse guarda trabalhava,
Para um Banco do Brasil,
Vivia de dar melada,
Pro gerente, ele era mil,
Era só estripulia,
Coisa igual nunca se viu.

Fazia jogo do bicho,
Não ficava sem apostas,
Falou pra seu Abdias,
E lhe fez uma proposta,
Que se ele não ganhasse,
Pararia de comer bosta.

Outro dia no estádio,
Era época de São João,
Assistindo a uma partida,
Entre Serra e Lamarão,
Tocou fogo numa bomba,
E quase fica sem a mão.

Outro dia ele chegou,
Atrasado na agência,
O gerente reclamou,
Da sua incompetência,
- Onde é que tu andavas?
- BM sem consciência?

Ele então lhe respondeu,
Num estalo e num açoite,
Que estava machucado,
Foi algo que ele trouxe,
Pois tomou uma injeção,
De mil e duzentos volts!

Certa vez fez uma pose,
Pra uma fotografia,
Ficou entre dois cavalos,
Que na região havia,
Mandou que o fotografasse,
Que pra longe ela iria.

Depois mandou pra São Paulo,
Pro irmão mais velho seu,
Quem recebeu foi Geléia,
Sem perda de tempo leu,
O que atrás estava escrito:
Os cavalos são do Baíto,
O que está no meio, sou eu.

É do tipo que reclama,
Com menino e com mulher,
Um dia chegou dançando,
Reclamaram do chulé,
Ele disse em desabafo,
É apenas o sapato,
Que está doendo no pé.

Quando sua filha nasceu,
Ele ficou muito eufórico,
Já foi logo registrando,
A filha ali no cartório,
Perguntaram de onde vinha,
Ele disse que já tinha,
Feito o atestado de óbito.

Na sua área de serviço,
Cochilava, soltava gás...
Um assalto aconteceu,
E se achando incapaz,
Pegou na arma do mala,
Um pouco quase sem fala,
Disse: - brincadeira rapaz!

O bandido insistiu,
Jogou logo ele no chão,
Tomou também sua arma,
E lhe deu um pescoção,
Desse dia em diante,
Ele ficou vigilante,
Vendo alguém de arma na mão.









As notícias acontecem,
Surgem como furacão,
Aqui mesmo aconteceu,
Em uma época de São João,
Era bebida à vontade,
Inclusive o quentão.

O BM entrou na festa,
Com os olhos já em brasas,
Olhou para o caldeirão,
Que por ali fumaçava,
 E comentou na ladeira,
- Se eu tivesse geladeira,
Fazia um quentão em casa.

Indo para Filadélfia,
Acompanhando Carlinhos,
Vendo as placas dos veículos,
Anotava no caminho,
Pra jogar lá na chegada,
Mas a sua soma já dava,
Três mil e mais um pouquinho.

No colégio ele era bom,
Estudava pra passar,
Brigava com os colegas,
E botava pra quebrar,
Quando tirava um décimo,
Achava que estava certo,
E era o primeiro lugar.

Estava eu trabalhando,
Espiando da vidraça,
Lá fora um caminhão,
De congelado e carcaça,
O BM nada explica,
E disse: - olha onde fica,
O motor dessa desgraça!

Ainda chamou Abdias,
Para mostrar a bagaça,
Que olhou para o BM,
E lhe disse achando graça,
- Ali não é o motor,
- Nem mesmo o radiador,
- Ali é a caixa de marcha!

O BM teve um sonho,
Isso eu também lhe provo,
Toda vez que lembro isso,
De risadas me desdobro,
Ele sonhou com umas garças,
Suas penas eram tão alvas,
Da cor de gema de ovos.

Se você não o conhece,
Nada perde em conhecer,
Da sua boca sai besteiras,
Que dá ódio de se ver,
Fala pelos cotovelos,
Se enrola que nem novelo,
E é grande o fuzuê!

Pensando em fazer plástica,
Pra se tornar mais feliz,
E realizar seu sonho,
É tudo o que sempre quis,
Ele chamou um amigo,
E disse: - agora consigo
O DNA do nariz.

Fiz aqui a minha parte,
Deixando tudo normal,
Por que tem um grande amigo,
Que mora na capital,
Ele vai fazer o resto,
Mostrando que isso é certo,
Ele é o Genival.


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

CINTO DE SEGURANÇA NO PESCOÇO


Trabalhando uma certa época num Posto na cidade de Filadélfia, Rei BM pela primeira vez entrava no carro que o levaria de Pindobaçu, bem como os dois funcionários, para a cidade vizinha. O motorista sentou-se no seu banco, o colega no banco de trás deixando o banco do carona para o Rei BM. Os dois colegas, ao entrar no veículo trataram de colocar o cinto de segurança. Rei BM então resolveu por o seu cinto. Com o carro já em andamento, Rei BM ainda tentava ajeitar o cinto. Não acertava, olhava um, olhava o outro para ver se estava fazendo o serviço correto. Não entendia direito como se passava o cinto por sobre o peito. Já visivelmente nervoso, pegou o cinto, puxou todo, deu três voltas pelo pescoço, puxou com tamanha força e afivelou. Os colegas, entre baixos risos, olhavam. E assim Rei BM viajou por 75 minutos até chegar ao local de trabalho.     

domingo, 28 de novembro de 2010

COLABORAÇÃO PARA O LIXO


Outro dia, Rei BM se deslocou a Salvador para fazer alguns exames periódicos solicitados pela empresa de trabalho. Já fora da clínica, no centro da capital, Rei BM se depara na calçada, com uma lixeira onde estava escrito a seguinte mensagem: "Colabore com a limpeza pública". Rei BM não pensou duas vezes: abriu a carteira retirou cinco reais e jogou no compartimento para lixo. 

INJEÇÃO DE 1200 VOLTS


Pela manhã, chega o Rei BM ao local de trabalho, caminhando, mancando e, agachado, segura o joelho esquerdo com as duas mãos, ainda gemendo. Alguém no meio do salão pergunta: - O que foi isso cara?
- Ui! Ui! Ui! Foi uma injeção que tomei aqui debaixo do braço!
- E que remédio você tomou? Pergunta novamente o camarada.
- O doutor me aplicou uma injeção de 1200 volts!

NOTA DA PROVA


Rei BM chegou à casa do irmão depois de retornar do colégio onde fizera uma prova. Sorridente e feliz disse ter obtido uma boa nota: 5. A prova valia 10, Rei BM conseguiu 5. Segundo ele, os colegas de sala fizeram apenas de 2 a 3 pontos. Mas ele, não! Ele foi o mais inteligente! Nota 5 na prova e pronto!
O irmão pediu a prova para verificar. Rei BM, contente entregou. - Veja aí, veja aí!
O mano pegou a prova, olhou de um lado, olhou do outro e exclamou: - Mas rapaz! Isso não é um 5 não, homem de Deus! Essa nota aqui é zero vírgula cinco! Tu tirou foi meio ponto, maluco!!!  

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

SONHO DE JOGADOR

Lá pelos anos 80, Rei BM já rapaz, sempre acompanhava o avô nos trabalhos da roça. Faziam plantações de milho, feijão, batata... Consertavam as cercas, pastoreavam os animais, alimentavam os cachorros, as galinhas... Após os trabalhos da manhã, almoçavam e tiravam uma soneca para depois começar os serviços da tarde. Avô e neto deitados, roncavam alto. Rei BM sonhava. Sonhava jogando bola... Afinal de contas, deixara a diversão de lado, as peladas na rua para seguir o patriarca no roçado. Sonhava e roncava. Rei BM era o cara! O artilheiro! O goleador! O chutador! Pronto! Foi nesse sonho que o avô do Rei BM se deu mal! O mascarado sonhador, pensando ser a bola, chutou o avô com tanta força que o velho voou longe! Foi um bafafá danado! Um pega-pa-capá da zorra! O velho correndo atrás do neto com chicote de couro cru. O garoto cai aqui cai acolá, desabando mata adentro entre espinhos, garranchos e pedras, chorava e gritava por socorro.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

MOCHILA DE PEDRAS


Precisando se deslocar ao trabalho, onde presta serviço de vigilância próximo ao Rio Itapicuru, Rei BM necessitou levar sua mochila e, dentro, a marmita, haja vista precisar trabalhar por 24 horas seguidas. Ao fim do seu período de trabalho, Rei BM pegou a mochila, pôs nas costas e seguiu viagem de volta para a sua casa. Assim que chegou, ao retirar os objetos da mochila, notou que esta estava cheia de pedras. Rei BM caminhou por 8 quilômetros do local de trabalho ao lar e não percebeu que trouxera a sacola repleta de pedras do rio colocadas de malandragem por seus colegas de turno.

ASSALTANTE DE LADRÃO


Foi o Rei BM, a Salvador a pedido da Empresa de Segurança em que trabalhava, para fazer a reciclagem periódica. Ficou a semana inteira indo e vindo de Simões Filho, na região metropolitana,  para a sede da Empresa em São Cristóvão. Na sexta-feira, último dia dos trabalhos, quando retornava para o local de hospedagem, o transporte em que o Rei BM entrara foi assaltado. Os bandidos colocaram uma sacola no centro do coletivo e pediram para que todos os passageiros depositassem ali seus objetos tais como carteiras, celulares, bolsas, relógios etc. Ao chegar a sua vez, Rei BM abaixou-se, fingiu pôr sua carteira na sacola, olhou meio de lado e tentou pegar algumas cédulas deixadas pelos assaltados. Um dos vigaristas percebendo a manobra, chegou próximo ao Rei BM e aplicou-lhe uma forte coronhada derrubando-o já com a cabeça sangrando. Efetuado o assalto, coube apenas ao Rei BM e aos outros presentes, se dirigirem à delegacia mais próxima para prestarem queixa.

SURPREENDE


Numa manhã ensolarada de sábado, no estádio municipal de Pindobaçu, local onde até hoje, se reúnem os atletas do Clube dos Trinta, Rei BM se apresentou para uma partida de futebol junto aos demais companheiros, jogando pela ala esquerda. Lá pela metade do segundo tempo, Rei BM foi para a trave atuar como goleiro permutando com o camarada que ali estava. Numa falta, o habilidoso Edu, chutou forte por cima da barreira. Rei BM não esperava rápida cobrança e pulou para espalmar a bola para escanteio. O duro foi ouvi-lo gritar para os jogadores da defesa: - Caramba! Edu quase me pega de surpreende!!!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O do meio, sou eu!

 Em uma de suas visitas ao sogro na zona rural conhecida como Queimada Grande, o Rei BM aprontou mais uma das suas inúmeras meladas. Caminhou pasto adentro e reuniu dois cavalos próximo ao estábulo. Procurou alguém para o ajudar a tirar uma foto entre os animais. Dito e feito, ele com as mãos nas ancas dos equinos, posou, foi fotografado e assim que chegou em casa tratou de revelar os retratos. Na semana seguinte comprou um envelope,  pôs a foto dentro, colou, selou, endereçou para o seu irmão em São Paulo que não o via a muito tempo. Tudo disso seria um gesto normal a não ser pela frase que o mesmo escreveu no verso da fotografia: Geléia, o do "meio" sou eu! Grande abraço! Seu irmão Rei.

Sapato doendo no pé.







O Rei BM, estava um dia passeando pelas ruas da cidade quando de repente parou no meio do calçamento, em pleno sol quente e rapidamente tirou o sapato do pé direito. Um cambista que estava próximo indagou o porquê daquela situação ao que foi respondido: - É que tô com o sapato doendo no pé!!
E seguiu viagem apenas calçado com o pé esquerdo.